Encontrar e-mails

Como montar um mailing de jornalistas e encontrar os e-mails

Monte seu mailing por editoria no Sales Navigator, encontre o e-mail profissional de cada repórter em massa ou um por um e envie uma sugestão de pauta curta e pessoal. O método completo para assessoria de imprensa, passo a passo.

  1. 1. Escolher os repórteres
  2. 2. Encontrar os e-mails
  3. 3. Enviar a pauta
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Economia e tecnologia · BR8 leads
6/8 emails foundFind emails
NameEmailStatus
MFMariana Figueiredomariana.figueiredo@tribunajacaranda.com.brVerified
RARafael Antunesrafael.antunes@caraguatamidia.com.brVerified
TDTatiane Duartetduarte@ondaseriema.com.brVerified
BSBruno SiqueiraNot foundNo match
LPLuana Pachecoluana@bytecaju.com.brVerified
DCDiego Carvalhaldiego.carvalhal@tribunajacaranda.com.brVerified
PAPriscila AmaralNot foundNo match
GLGustavo Lemesgustavo.lemes@caraguatamidia.com.brVerified

Atualizado em 23 de setembro de 2026 · pela equipe da Emelia

A resposta curta

  1. 1Comece pela pauta, não pelo cargo: procure quem escreveu sobre o seu tema nos últimos meses. A assinatura diz a editoria; o cargo no LinkedIn, não.
  2. 2Para montar o mailing, busque no Sales Navigator com Current job title (Repórter, Editor, Pauteira, Correspondente), a função Media and Communication e um Industry de mídia, que deixa as assessorias de fora.
  3. 3Envie a busca para a Emelia com Export with Emelia e rode Find email na lista: 1 crédito por e-mail encontrado, devolvido se nenhum endereço for encontrado.
  4. 4Para um jornalista só, use a extensão do Chrome da Emelia no perfil dele. Para um mailing que você já tem, importe o CSV.
  5. 5Uma editoria por envio, a matéria recente do jornalista na primeira linha e, no máximo, um follow-up.

Para qual jornalista mandar a sua pauta?

Numa redação brasileira, “jornalista” cobre funções bem diferentes. O repórter apura e escreve; quando cobre sempre o mesmo assunto (economia, política, tecnologia), é o setorista. O editor chefia uma editoria e decide o que entra. O pauteiro (na TV e nos jornais maiores) e o produtor (no rádio e nos podcasts) recebem sugestões e marcam entrevistas. O colunista assina opinião ou notas, e o frila vende matérias para vários veículos.

Quem recebe depende do que você oferece. Uma novidade (lançamento, rodada de investimento, dado inédito) vai para o setorista; um porta-voz para entrevista, para o pauteiro ou o produtor; uma informação curta e exclusiva, para a coluna de notas. O editor-chefe raramente ajuda: ele repassa ou apaga.

Os cargos que você deve buscar

Cargos a incluir

JornalistaRepórterRepórter especialEditorEditoraSubeditorEditor-executivoChefe de reportagemPauteiraProdutor de jornalismoColunistaCorrespondenteJornalista freelancer

Cargos a deixar de fora

Assessor de imprensaAnalista de comunicaçãoEditor de vídeoRedator publicitárioRevisor de textosSocial media

“Jornalista” é o cargo mais enganoso do LinkedIn brasileiro: muitos assessores de imprensa têm registro de jornalista e escrevem “Jornalista | Assessoria” no título. E “redator” existe na redação e na agência de publicidade. Combine sempre o cargo com um setor de mídia.

Onde os jornalistas aparecem na internet

  • A assinatura e a página do autor: os últimos textos do jornalista e, às vezes, um e-mail ou um perfil social. É a única fonte que diz o que ele cobre hoje.
  • O expediente e o “Fale com a redação”: o editor de cada editoria e os endereços da redação.
  • LinkedIn: o veículo atual dos contratados e os títulos em que os frilas publicam. A melhor fonte para montar um mailing por editoria e por estado.
  • X, Bluesky, Instagram e Threads: muitos jornalistas deixam o e-mail na bio, ou avisam que a DM está aberta para pautas.
  • Newsletters e sites próprios: colunistas e frilas têm ali uma página de contato pensada para leitores e editores.

Por que o contato de jornalistas é mais difícil do que parece

  • O cargo não diz a editoria. “Repórter na Tribuna Jacarandá” pode cobrir polícia, esporte ou inteligência artificial: leia as últimas matérias antes.
  • Frilas não têm domínio de veículo. Escrevem para vários títulos: o endereço está num domínio próprio ou num Gmail, que nenhuma ferramenta de e-mail profissional adivinha.
  • O domínio do e-mail nem sempre é o do site. Títulos de um grupo de comunicação costumam usar o domínio do grupo. A Emelia contorna parte disso (veja a segunda busca automática, mais abaixo).
  • A redação empurra caixas compartilhadas. redacao@, pauta@ e o WhatsApp da redação são lidos por quem está de plantão, não pelo repórter que cobre o seu tema.
  • As redações mudam o tempo todo. Passaralhos, veículos que fecham, repórteres que viram assessores ou frilas: refaça o mailing logo antes de cada anúncio.

Qual método combina com a sua pauta?

Método 1

Método 1: monte seu mailing de jornalistas no Sales Navigator

O Sales Navigator reúne quem ocupa o cargo hoje, por editoria e por estado. A armadilha é o ruído: a mesma função abriga repórteres e as equipes de comunicação das empresas. Estes filtros ficam com os jornalistas (nomes da interface em inglês, cargos em português, como nos perfis).

Current job title : Repórter OR Jornalista OR Editor OR Editora OR Pauteira OR Correspondente OR Colunista

Para que serve

Acrescente a editoria para afinar: “repórter de economia”, “editora de tecnologia”. Exclua Assessor de imprensa, Editor de vídeo e Redator publicitário.
Function : Media and Communication

Para que serve

Também reúne as assessorias: nunca use sozinho.
Industry : Newspaper Publishing, Periodical Publishing, Broadcast Media Production and Distribution, Online Audio and Video Media

Para que serve

O filtro que tira a maior parte das assessorias. Portais digitais às vezes declaram outro setor: confira alguns perfis.
Geography : Brasil, ou um estado

Para que serve

A política nacional se cobre em Brasília (Distrito Federal). Correspondentes aparecem onde moram, não onde publicam.
Company headcount : Self-employed

Para que serve

Só para um mailing separado de frilas. Deixe vazio para os repórteres de redação.
  1. Etapa 1

    Busque uma editoria por vez

    Coloque uma única editoria no filtro de cargo e abra dez perfis para conferir o veículo. Se aparecerem analistas de comunicação ou editores de vídeo, exclua esses cargos em Current job title: menos créditos gastos com quem nunca vai publicar a pauta.

    Dica

    Salve a busca no Sales Navigator. Quem entrar na editoria ou trocar de veículo vai aparecer nela antes do seu próximo anúncio.

  2. Etapa 2

    Envie a busca para a Emelia

    Com a extensão do Chrome da Emelia instalada, clique em Export with Emelia acima dos resultados. A extração cria uma lista de leads (nome, cargo, veículo, URL do LinkedIn), distribuída no tempo para proteger a sua conta: comece dias antes do envio, não na manhã do lançamento.

    Uma busca no Sales Navigator com o botão “Export with Emelia”, adicionado pela extensão.
  3. Etapa 3

    Encontre os e-mails, um país por lote

    A extração não busca e-mails. Abra a lista e clique em Find email: a Emelia mostra os leads sem e-mail e os créditos necessários, e pede o país do lote (Brasil). Correspondentes em Lisboa ou em Nova York vão numa lista própria. Os e-mails preenchem a coluna de e-mail, ao lado da Email Qualification.

    Emelia, “Find email”: encontre de uma vez os e-mails que faltam em uma lista inteira.

Dica

Mantenha os frilas numa lista à parte (Company headcount: Self-employed). O e-mail deles é encontrado com menos frequência, e o frila precisa de uma pauta que consiga vender a um editor, não de um release.

Envie sua busca de jornalistas para a Emelia

Método 2

Método 2: encontre o e-mail de um jornalista pelo perfil no LinkedIn

Muita pauta boa nasce de uma matéria: você lê o texto de um repórter sobre o seu assunto e quer falar com ele. Para os nomes prioritários, pule a lista e trabalhe a partir do perfil.

  1. Etapa 1

    Abra o perfil do jornalista no LinkedIn

    Com a extensão da Emelia instalada e conectada, aparece um botão em todo perfil. Confira antes a Experiência: o primeiro veículo precisa ser o atual, não o jornal de onde ele saiu há dois anos.

  2. Etapa 2

    Clique em Find email

    A Emelia lê no perfil o nome, o veículo e o site, e busca o e-mail profissional. O Find phone também existe, mas a maioria dos repórteres prefere o primeiro contato por e-mail.

    A extensão da Emelia num perfil do LinkedIn: “Find email” encontra o e-mail e “Add to the campaign” adiciona o contato a uma campanha.
  3. Etapa 3

    Coloque o jornalista na campanha da pauta

    Escolha em Add to the campaign a campanha desta pauta: o contato entra direto nela, já com o e-mail encontrado.

Na Emelia, Unitary searches, no alto da página Lists, encontra um e-mail a partir do nome completo, da empresa (o veículo) e de um domínio: o dos endereços publicados pelos colegas, que nem sempre é o do site. Informe sempre o país: ele é usado na busca.

As buscas unitárias da Emelia (“Unitary searches”): um nome, uma empresa, um e-mail.
Método 3

Método 3: você já tem um mailing de imprensa

O mailing herdado da assessoria anterior, as assinaturas anotadas ao longo do ano, os repórteres que cobriram o lançamento de um concorrente: importe nomes e veículos, e a Emelia encontra os e-mails que faltam.

Nome + Sobrenome (ou Nome completo)

Obrigatória

Sim

Para que serve

Use o nome do perfil, não só o da assinatura: “Tati Duarte” na matéria pode ser Tatiane no e-mail.
Site ou domínio do veículo

Obrigatória

Opcional

Para que serve

Prefira o domínio dos endereços da equipe, que num grupo não é o do site.
Nome do veículo

Obrigatória

Opcional

Para que serve

Usado sem site, e como segunda chance quando o domínio falha. É preciso ter um dos três.
URL do perfil do LinkedIn

Obrigatória

Opcional

Para que serve

Para as etapas de LinkedIn e para buscar um telefone.
Matéria recente (coluna personalizada)

Obrigatória

Opcional

Para que serve

Não entra na busca. Chame de materia_recente: ela vira a variável da primeira linha da sua pauta.
  1. Etapa 1

    Importe o arquivo

    Vá em Lists, New List e escolha CSV File (ou HubSpot, ou Pipedrive). Salve em .csv: o .xlsx não é aceito. As colunas são reconhecidas automaticamente; confira se o veículo caiu na coluna de empresa.

    Emelia, “New List”: crie uma lista a partir de um arquivo CSV, do Sales Navigator, do HubSpot ou do Pipedrive.
  2. Etapa 2

    Rode Find email na lista

    A Emelia mostra as linhas sem e-mail e os créditos a usar. Aponte a coluna do domínio ou do veículo se precisar, escolha o país do lote e lance: a busca continua mesmo com a aba fechada.

    Emelia, “Find email”: encontre de uma vez os e-mails que faltam em uma lista inteira.
  3. Etapa 3

    Confira os resultados

    Leads que já têm e-mail são pulados e não são cobrados, então os endereços antigos ficam como estão: passe o mailing herdado no verificador de e-mails. Envie só para os endereços valid.

Quando o site do veículo não é o domínio do e-mail

Muitos títulos pertencem a um grupo de comunicação, e a equipe escreve pelo domínio do grupo. Quando a busca pelo domínio do site não dá nada e o lead tem o nome do veículo, a Emelia refaz a busca automaticamente com o nome. Mantenha as duas colunas e, se conhece o domínio do grupo, coloque-o na coluna do site.

Pela API

Se a sua assessoria guarda o mailing num sistema próprio, a mesma busca roda por API: uma chamada envia, outra lê o resultado. O país é obrigatório (BR), e cada e-mail encontrado custa 1 crédito, como no app.

POST https://api.emelia.io/tools/find/email
Authorization: <API_KEY>

{
  "fullname": "Mariana Figueiredo",
  "companyName": "Tribuna Jacarandá",
  "country": "BR",
  "companyWebsite": "tribunajacaranda.com.br"
}

→ { "success": true, "jobId": "…" }
GET https://api.emelia.io/tools/find/email/{jobId}

Os métodos gratuitos, para poucos jornalistas

Para alguns nomes prioritários, dá para achar o contato de imprensa à mão. Jornalista é mais fácil do que a maioria dos alvos: receber informação faz parte do trabalho, e muitos publicam um jeito de serem encontrados.

1.A assinatura e a página do autor

Clique no nome do jornalista numa matéria recente: a página do autor costuma trazer um e-mail, um perfil social ou pelo menos a lista de textos, que confirma a editoria.

2.O expediente do veículo

O expediente dá o nome do editor de cada editoria e, muitas vezes, um endereço publicado que revela o formato da redação. Nos portais pequenos, olhe o “Fale conosco”.

3.“Procuro fontes” no LinkedIn e no X

Repórteres costumam publicar “procuro fontes” ou “busco personagens” com o contato. Busque essas expressões com o seu tema: você acha quem está apurando agora.

4.O CNPJ e o QSA dos veículos pequenos

Em portais regionais e blogs de notícias, o dono costuma ser também o editor. O CNPJ do rodapé, na consulta de CNPJ da Receita Federal, leva ao Quadro de Sócios e Administradores: sem e-mail, mas com o nome certo para buscar.

5.O noticiário do próprio mercado

O Portal dos Jornalistas acompanha as mudanças nas redações e divulga os finalistas de prêmios de jornalismo: um bom jeito de saber quem trocou de veículo e quem é referência numa editoria.

6.Adivinhe e verifique

Aplique o formato do veículo ao nome (veja abaixo) ou busque "@dominio-do-veiculo.com.br" com o nome no Google. Confira com um verificador de e-mails: uma pauta que volta prejudica a sua entregabilidade.

Os formatos de e-mail das redações brasileiras

Uma redação costuma dar o mesmo formato a todos: um endereço publicado revela os outros. Cuidado: o domínio nem sempre é o do site, e o e-mail segue o nome de registro, não o apelido da assinatura.

nome.sobrenome@

Exemplo

mariana.figueiredo@tribunajacaranda.com.br

Onde aparece

Muito comum em jornais e emissoras.
inicial + sobrenome@

Exemplo

tduarte@ondaseriema.com.br

Onde aparece

Frequente em rádios e jornais regionais.
nome@

Exemplo

luana@bytecaju.com.br

Onde aparece

Portais nativos digitais e newsletters de nicho.
nome.sobrenome@ (domínio do grupo)

Exemplo

rafael.antunes@caraguatamidia.com.br

Onde aparece

Revistas e jornais de um grupo usam o domínio do grupo.
redacao@ / pauta@

Exemplo

pauta@jornalquaresmeira.com.br

Onde aparece

Caixa compartilhada da redação, lida por quem está de plantão.
nome@dominio-proprio.jor.br

Exemplo

bruno@brunosiqueira.jor.br

Onde aparece

Frilas com site próprio, às vezes no .jor.br, a categoria de domínio criada para jornalistas. Muitos usam Gmail, que nenhuma ferramenta adivinha.

Depois, envie a pauta: a campanha na Emelia

Sugestão de pauta não é sequência de vendas: um e-mail, um follow-up, uma editoria por vez. Veja como enviar pela Emelia, sem exportar nada.

  1. Etapa 1

    Crie uma campanha por pauta

    Em Campaigns, crie uma campanha com o nome da pauta e da editoria (“Pesquisa de preços · economia”). Comece do zero para uma pauta só por e-mail, ou de LinkedIn then Email para passar pelo LinkedIn antes.

  2. Etapa 2

    Escreva a pauta e um único follow-up

    Na aba Campaign, adicione o e-mail da pauta, alguns dias de intervalo e um follow-up curto. Personalize com {{firstName}} e as suas colunas, como {{materia_recente}}. Cuidado com {{companyName}}: o veículo pede artigo (“no Diário”, “na Gazeta”), e a variável não escolhe o gênero.

    O editor de sequências da Emelia: e-mails e etapas no LinkedIn na mesma campanha.
    O editor de sequências da Emelia: e-mails e etapas no LinkedIn na mesma campanha.
  3. Etapa 3

    Vincule o mailing

    Em Settings, escolha as contas de envio e marque a sua lista de jornalistas em Lead list. Salve.

    Emelia: marque uma ou mais listas de leads em “Lead list” e depois lance a campanha.
  4. Etapa 4

    Lance ou agende

    Agende para a manhã, no fuso do jornalista (o Brasil tem mais de um), e antes de a notícia sair se houver embargo. Aqueça as caixas novas com o aquecimento de e-mail para a pauta cair na caixa de entrada.

Uma sugestão de pauta que o jornalista lê

O repórter decide em duas linhas se a pauta é para ele. Mostre que leu o trabalho dele, dê a novidade numa frase, ofereça algo concreto e pare.

Assunto: Sugestão de pauta: [a novidade em poucas palavras]

Oi, {{firstName}}, tudo bem?

Li sua matéria sobre {{materia_recente}} e [o que ela fez você pensar, em uma frase].

[Sua empresa] vai [a novidade: dado inédito, lançamento], o que mostra [o ângulo que interessa ao seu leitor].

Posso enviar [os dados completos / uma entrevista com nosso CEO] antes de [data, se houver embargo]. Faz sentido para alguma pauta sua?

Troque os colchetes pelos seus fatos. {{materia_recente}} é uma coluna personalizada da lista (veja o método 3): preencha para cada jornalista ou reescreva a linha. Nada de release em anexo: coloque o link.

Erros que fazem a pauta ser ignorada

Errar a editoria

Quem cobriu o seu setor há dois anos pode estar na editoria de polícia hoje: leia as três últimas matérias antes de enviar.

Disparar o mesmo release para todo o mailing

Uma pauta que serve para qualquer um é apagada por todos. Separe o mailing por editoria e faça a primeira linha falar do trabalho do jornalista.

Mandar o release em anexo

Anexo de remetente desconhecido raramente é aberto. Coloque os fatos no corpo do e-mail e o link do release e das imagens no fim.

Ligar para perguntar se recebeu o release

Um clássico que irrita as redações. Um follow-up por e-mail, com algo novo, basta.

FAQ

Mailing de jornalistas: suas perguntas

O que assessorias e fundadores mais perguntam sobre o contato de jornalistas.

Monte o seu: busque no Google Notícias o seu tema e os seus concorrentes, anote quem assinou as matérias e procure o contato na página do autor, no expediente e nas bios do X, do Bluesky e do LinkedIn. Verifique qualquer e-mail adivinhado antes do envio.

Raramente. Os arquivos que circulam para download envelhecem rápido, e você não sabe de onde vieram os dados nem quando foram atualizados: endereços velhos voltam e prejudicam a sua entregabilidade. Um mailing montado a partir de matérias recentes é menor, porém mais preciso.

Leia quem assinou as matérias recentes sobre o seu tema. Para escalar, busque no Sales Navigator a editoria no cargo (por exemplo, “repórter de tecnologia”) com um setor de mídia.

Para o jornalista que cobre o tema. O redacao@ é lido por quem está de plantão e serve para notícias quentes. O pauta@, quando existe, é lido pela produção: é uma segunda opção, quando você não sabe quem cobre o assunto.

Procure o site próprio ou a newsletter dele: frilas deixam um contato ali, porque os editores precisam encontrá-los. Ferramentas de e-mail acham esses endereços com menos frequência, já que muitos usam Gmail.

No primeiro contato, prefira o e-mail. O WhatsApp funciona com jornalistas que já conhecem você como fonte; a mensagem de um desconhecido no celular pessoal costuma soar invasiva.

Cada e-mail encontrado custa 1 crédito, devolvido se nenhum endereço for encontrado. Os créditos não zeram todo mês, e o mesmo saldo serve para e-mails, telefones e verificação. Os planos estão na página de preços.

Vá além

Encontre o e-mail de outros perfis

O mesmo método, adaptado a cada público: onde encontrá-lo, quais filtros usar e como escrever para ele.

Ver todos os guias

Seu mailing de jornalistas, com os e-mails, antes de a notícia sair

Escolha os repórteres por editoria no Sales Navigator, encontre os e-mails em um clique e envie a pauta pela mesma ferramenta.

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