Preços da Lusha em 2026: planos, créditos e o custo real por contato
Poucas ferramentas de dados B2B geram tanta dúvida na hora de fechar o orçamento quanto a Lusha. Ela está instalada no navegador de praticamente todo time comercial que prospecta fora do Brasil, a base de telefones europeus é boa e a extensão é rápida. O problema aparece quando o financeiro pede o custo anual: o número que está na página de preços e o número que chega na fatura quase nunca coincidem. Em 2026 a empresa reorganizou toda a estrutura de planos, criou um nível de entrada que não existia antes, multiplicou o topo do autoatendimento por quase seis e manteve a cobrança por usuário.
Este guia destrina a tabela levantada em agosto de 2026, mostra como o sistema de créditos consome o seu saldo de verdade, calcula quanto custa um e-mail e um telefone na prática e projeta o gasto de um time de três, cinco ou dez vendedores. Também aponta os pontos em que os próprios materiais da Lusha se contradizem, porque essas divergências têm efeito direto no que você vai consumir todo mês.
Um enquadramento antes dos números: a Lusha é uma base de dados de contatos, não uma plataforma de prospecção. Ela entrega o e-mail e o telefone, mas não envia nada. Por isso este artigo compara em duas bases distintas e nunca as mistura. Primeiro o custo real de um contato obtido, o único terreno em que as duas ferramentas fazem a mesma coisa. Depois o custo de toda a cadeia que vai do dado à reunião, uma vez somados a ferramenta de envio, a automação de LinkedIn e a verificação de endereços.
Quanto custa a Lusha em 2026? A tabela completa
A Lusha oferece cinco níveis: um plano gratuito, três planos de autoatendimento e um plano Scale sob orçamento. Os valores a seguir estão em dólares, com cobrança mensal e o deslizante de créditos em 2.000 por mês.
Plano | Preço mensal | Créditos por mês | Assentos inclusos | Acúmulo de créditos |
|---|---|---|---|---|
Free | US$ 0 | 40 | 1 | Não |
Starter | US$ 49,90 | 400 | 1 | Não, créditos concedidos a cada mês |
Pro | de US$ 69,90 a US$ 227,40 conforme o deslizante | 600 a 2.000 conforme o deslizante | 2 | Até o dobro da alocação (cobrança mensal) |
Premium | US$ 399,90 | 3.400 | 5 | Até o dobro da alocação (cobrança mensal) |
Scale | Sob orçamento | Personalizado | Personalizado | Créditos concedidos antecipadamente |
A primeira coisa a entender muda tudo: na Lusha o preço está ligado a um volume de créditos, não a um usuário. A página de preços traz um controle deslizante que vai de 40 a mais de 10.000 créditos por mês, e cada plano recalcula seu preço conforme a posição escolhida. Os valores acima correspondem ao deslizante em 2.000 créditos mensais. Cada plano ainda embarca um número fixo de assentos, um no Free e no Starter, dois no Pro, cinco no Premium, e assentos adicionais são cobrados à parte.
O plano gratuito: 40 créditos que acabam antes do almoço
O plano Free entrega 40 créditos por mês em um único assento, sem pedir cartão de crédito. Serve para uma coisa só: conferir se a base cobre bem o seu mercado antes de assinar. Quarenta créditos equivalem a quarenta endereços de e-mail, ou a quatro telefones à taxa publicada de dez créditos por número. Um vendedor que abre uma lista de verdade queima essa cota em uma manhã de trabalho. E não existe acúmulo: o que sobrar de um mês não passa para o seguinte.
Starter: o degrau de entrada que surgiu em 2026
O plano Starter não existia na tabela anterior. Por US$ 49,90 ao mês, ele libera 400 créditos mensais em um único assento, sem acúmulo de um mês para o outro. Combina com o vendedor autônomo ou o fundador que prospecta sozinho. Seu limite tem menos a ver com volume do que com funções: API, webhooks e sinais de compra ficam reservados aos níveis superiores.
Pro: o plano mais vendido e o mais mal explicado
O Pro é o eixo da linha. Ele começa em US$ 69,90 ao mês por 600 créditos e dois assentos, e sobe para US$ 227,40 ao mês quando o deslizante fica em 2.000 créditos mensais. É o primeiro nível a liberar a API, o enriquecimento de arquivos CSV, os sinais de compra e os webhooks, e o primeiro em que os créditos não consumidos acumulam até o dobro da alocação. Como o preço acompanha o deslizante, não existe um preço Pro, existe uma curva de preços Pro.
Essa ambiguidade não é detalhe burocrático. Se o seu plano inclui dois assentos e você planejou o orçamento imaginando cinco, o custo anual do time triplica em relação à projeção. E se a API não estiver incluída, toda a automação que você desenhou entre a base de dados e o CRM precisa ser refeita de forma manual, o que consome horas de operação que ninguém colocou na planilha.
Premium: o salto de preço que pega os times de surpresa
O Premium fica em US$ 399,90 por mês para 3.400 créditos e cinco assentos, e a Lusha o destaca como sua oferta mais popular. O salto vindo do Pro parece enorme até ser convertido em créditos: 1.400 créditos a mais por US$ 172,50 a mais. Você não compra uma tarifa melhor, compra mais volume pela mesma tarifa, com três assentos extras no caminho.
Scale: a proposta fechada e o que as empresas pagam de fato
Acima de cinco usuários, a Lusha move a conta para o plano Scale, que não publica nenhum valor. Os dados agregados pelas plataformas de negociação de contratos de software colocam a mediana em torno de US$ 15.000 a 16.000 por ano, com uma faixa observada que vai de aproximadamente US$ 6.000 a quase US$ 69.000. Uma dispersão desse tamanho diz duas coisas: o preço é negociável e depende sobretudo do volume de créditos e do prazo de compromisso.
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O que mudou em relação à tabela anterior da Lusha
De acordo com a tabela anterior, o plano Pro aparecia por volta de US$ 29,90 para 250 créditos mensais e três assentos, e o plano Premium por volta de US$ 69,90 para 600 créditos e cinco assentos. O preço do crédito já saía perto de US$ 0,12, praticamente igual ao de hoje. O que mudou de fato não foi a tarifa unitária, e sim o bilhete de entrada: os cinco assentos que custavam US$ 69,90 por mês agora vivem em um plano Premium anunciado por US$ 399,90.
Como funcionam os créditos da Lusha e para onde vai o seu orçamento
Na Lusha você não compra contatos, compra créditos, e nem toda ação consome a mesma quantidade. É nessa mecânica que o custo real se esconde, e é ela que separa o preço de tabela do preço que aparece no seu extrato.
Um e-mail custa 1 crédito, um número de telefone custa 10
Revelar um endereço de e-mail consome um crédito. Para um número de telefone, a página de preços da Lusha indica dez créditos, dado levantado em agosto de 2026, enquanto várias páginas mais antigas da empresa ainda exibem cinco. A diferença não é um detalhe: conforme o valor aplicado à sua conta, o custo do seu dado mais estratégico dobra. Exija uma confirmação por escrito antes de assinar, sobretudo se a sua prospecção depende da ligação.
Revelar o e-mail e o telefone do mesmo contato consome até seis créditos na leitura mais favorável. Já reconsultar um dado que você revelou antes não custa nada, o que é um ponto genuinamente positivo: você não paga duas vezes pelo mesmo contato, mesmo que ele apareça de novo em outra busca meses depois.
Os consumos que ninguém avisa
Várias ações periféricas puxam do mesmo saldo sem que isso fique evidente na hora da contratação:
Exportação em CSV: 1 crédito a cada 25 linhas exportadas
Enriquecimento por inteligência artificial: 1 crédito por célula enriquecida
Comandos do assistente de IA: 1 crédito a cada 5 comandos
Sinal de intenção detectado: 1 crédito por sinal
Chamada de API sem resultado: 1 crédito cobrado mesmo assim
Perfil completo de empresa via API: 1 crédito
A penúltima linha merece atenção especial de quem automatiza. Uma requisição de API que não retorna nada é cobrada no mínimo um crédito. Em um fluxo de vários milhares de chamadas, a fatia do orçamento gasta com respostas vazias deixa de ser irrelevante e passa a ser uma linha de custo por si só. Vale instrumentar o seu pipeline para registrar a taxa de acerto por tipo de consulta e cortar as buscas que sistematicamente voltam sem resultado.
Acúmulo de créditos: o mensal é mais flexível que o anual
As regras mudam bastante conforme o ciclo de cobrança. No mensal, os créditos não usados passam para o mês seguinte até o teto de duas vezes a sua cota. No anual, todo o pacote é liberado de uma vez no início do contrato, sem zeragem mensal, mas o que sobrar no encerramento simplesmente desaparece, sem acúmulo e sem reembolso.
A consequência é direta: na cobrança mensal, um mês fraco não é perdido, porque o saldo passa para o mês seguinte até o dobro da cota. É uma rede de segurança real para uma prospecção irregular. Já um compromisso anual obriga a consumir o pacote antes do vencimento, caso contrário o saldo restante desaparece sem reembolso e sem acúmulo.
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Quanto custa de verdade um contato na Lusha
Converter o preço dos planos em custo unitário é o único jeito honesto de comparar a Lusha com qualquer outra opção. A tabela abaixo considera a cobrança mensal, o deslizante em 2.000 créditos e a taxa publicada de dez créditos por telefone.
Plano (mensal) | Custo do crédito | Um e-mail | Um telefone | E-mail + telefone |
|---|---|---|---|---|
Starter (US$ 49,90) | US$ 0,125 | US$ 0,125 | US$ 1,25 | US$ 1,38 |
Pro (US$ 227,40) | US$ 0,114 | US$ 0,114 | US$ 1,14 | US$ 1,25 |
Premium (US$ 399,90) | US$ 0,118 | US$ 0,118 | US$ 1,18 | US$ 1,30 |
O resultado é impressionante e contraria qualquer intuição de precificação.
O preço do crédito não só deixa de cair conforme você sobe de plano, como volta a subir. O crédito sai por US$ 0,114 no Pro e US$ 0,118 no Premium: passado o nível de entrada, o plano mais caro é também aquele em que cada crédito custa mais. Não existe, portanto, nenhuma economia de escala na linha de autoatendimento. A Lusha admite isso de forma implícita, já que o único desconto sobre o preço do crédito, anunciado acima de 50 por cento, fica reservado ao plano Scale, ou seja, ao orçamento negociado.
Quantos contatos você realmente consegue por mês
Traduzida em volume de prospecção, a cota de créditos ganha um significado bem mais concreto do que o número solto que aparece na tabela comercial.
Plano | Créditos por mês | Só e-mails | Só telefones | Contatos completos |
|---|---|---|---|---|
Free | 40 | 40 | 4 | 3 |
Starter | 400 | 400 | 40 | 36 |
Pro | 2.000 | 2.000 | 200 | 181 |
Premium | 3.400 | 3.400 | 340 | 309 |
Um vendedor que trabalha em multicanal precisa do e-mail e do telefone no mesmo registro. No plano Pro isso equivale a cerca de 333 contatos completos por mês, uns quinze por dia útil, divididos entre os dois assentos inclusos. No Premium, os 566 contatos completos se dividem entre cinco assentos, o que devolve cada vendedor a cerca de 113 contatos mensais. É aí que o orçamento se decide, muito mais do que no preço anunciado.
Compare esse número com a matemática do seu funil. Se a taxa de resposta positiva de uma sequência bem feita gira em torno de cinco por cento e a conversão de resposta em reunião fica na casa de um terço, cem contatos completos por mês produzem algo entre uma e duas reuniões por vendedor. Para uma operação que precisa de oito ou dez reuniões mensais por pessoa, a cota do Pro não é um detalhe de configuração, é o fator que limita todo o resultado comercial do trimestre.
Um e-mail custa 1 crédito, um número de telefone custa 10
A cobrança por volume de créditos muda completamente o raciocínio. Você não multiplica uma tarifa pelo número de vendedores: escolhe um plano cujos assentos inclusos cubram a equipe e depois verifica se a alocação de créditos acompanha. A tabela abaixo usa a cobrança mensal com o deslizante em 2.000 créditos.
Tamanho da equipe | Plano correspondente | Custo mensal | Créditos por mês | Créditos por pessoa |
|---|---|---|---|---|
1 vendedor | Starter | US$ 49,90 | 400 | 400 |
2 vendedores | Pro | US$ 227,40 | 2.000 | 1.000 |
5 vendedores | Premium | US$ 399,90 | 3.400 | 680 |
Mais de 5 | Scale | Sob orçamento | Personalizado | Negociado |
Duas observações. Primeiro, a restrição quase nunca é o número de assentos, e sim o volume de créditos: cinco vendedores no Premium ficam com 680 créditos cada um, cerca de 113 contatos completos por pessoa por mês, pouco para uma prospecção intensa. Segundo, assim que esse teto incomoda, restam apenas duas saídas: subir o deslizante de créditos pagando a mesma tarifa unitária, ou migrar para um orçamento Scale, onde o preço volta a ser negociável e opaco.
Há uma ressalva operacional importante nessa comparação. Créditos distribuídos entre cinco assentos Pro ficam presos a cada usuário, enquanto o pacote de um Premium fica concentrado. Se a sua operação tem um pesquisador que enriquece listas para todo o time, a cota individual dos assentos Pro pode ficar ociosa em quatro pessoas e estourar em uma. Vale confirmar com o comercial se existe pool compartilhado de créditos no seu contrato antes de escolher a configuração mais barata no papel.
Os custos escondidos no contrato da Lusha
Além do preço anunciado, algumas cláusulas contratuais moldam bastante o que você gasta de verdade ao longo do ano:
Renovação automática: o cancelamento precisa acontecer antes do fim do período, caso contrário o contrato reinicia por um ciclo inteiro.
Adições no meio do ciclo: incluir um usuário ou um pacote de créditos fora da renovação gera cobrança imediata proporcional.
Créditos anuais perdidos: o saldo não consumido no fim do contrato é descartado, sem acúmulo e sem crédito em nota.
Sincronização bidirecional com CRM: os níveis intermediários costumam parar na exportação, e a sincronia completa fica reservada ao plano de cima.
Controle deslizante de créditos: os planos Pro e Premium permitem aumentar a cota, o que eleva o preço acima da tarifa base anunciada.
Existe ainda um custo que raramente entra na planilha: o do dado que se revela errado. Nenhuma base B2B acerta em todo lugar, e cada e-mail que volta com erro ou telefone que não completa a chamada já foi pago em créditos. Se a sua taxa de retorno passa de dez por cento, o custo efetivo por contato utilizável é bem maior do que os valores unitários calculados acima, e nenhuma página de preços vai avisar você sobre isso.
A Lusha vale o preço? Pontos fortes e limites
A Lusha continua sendo uma ferramenta muito boa naquilo que se propõe a fazer. A extensão de navegador é rápida e não atrapalha o fluxo de trabalho dentro do LinkedIn, a cobertura de celulares na Europa é sólida e a aderência ao regulamento europeu de proteção de dados é um argumento real para operações que prospectam naquele mercado, dominado por bases americanas com postura bem menos conservadora sobre privacidade.
Os limites são igualmente claros. Ela é uma base de dados, não uma plataforma de prospecção: a Lusha entrega o contato, mas não fala com ele. Você ainda precisa de uma ferramenta de sequências de e-mail, de uma de automação no LinkedIn e, quase sempre, de um verificador de endereços, cada uma com a própria assinatura e o próprio contrato. Some a isso a ausência de ganho de escala no crédito e a opacidade total acima de cinco assentos, e montar um orçamento plurianual vira adivinhação.
Para quem a Lusha compensa e para quem não compensa
A Lusha compensa se números de celular europeus são a sua prioridade, se o time tem menos de cinco pessoas e se você já opera uma pilha de ferramentas de envio que não pretende trocar. Nesse cenário, o Pro anual entrega um equilíbrio razoável entre cobertura e custo, e o valor do contrato fica em uma faixa que não exige aprovação de diretoria.
Ela fica difícil de defender quando o volume passa de algumas centenas de contatos completos por mês, quando o time cresce além de cinco vendedores ou quando você já paga separadamente por cold e-mail, automação de LinkedIn e verificação de endereços. Nesse último caso, a soma das assinaturas costuma superar o custo de uma plataforma única que cobre dado e envio no mesmo lugar, e a diferença raramente é pequena.
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Emelia, a alternativa que não cobra pelo dado duas vezes
A Emelia ataca o problema pela outra ponta. Em vez de vender dado para você enriquecer e depois exportar para outras ferramentas, a plataforma reúne busca de e-mails, verificação, cold e-mail, automação de LinkedIn e aquecimento de caixas de envio na mesma assinatura. O envio de e-mails é ilimitado e o aquecimento roda em cada caixa conectada, dois itens que você paga à parte em qualquer arranjo montado ao redor da Lusha.
Montar listas em vez de revelar contatos um a um
Essa é a diferença de método mais determinante entre as duas ferramentas. A Lusha funciona contato a contato: você abre um perfil, revela, consome créditos e recomeça. A Emelia parte da lista. O scraper de LinkedIn Sales Navigator pega uma busca inteira, com seus filtros de cargo, setor, porte e região, e extrai todos os perfis correspondentes em uma única operação, antes de encadear com a busca de e-mails e a verificação. Diante dos volumes citados acima, a diferença fica muito concreta: onde os 2.000 créditos do plano Pro da Lusha equivalem a 333 contatos completos divididos entre os dois assentos inclusos, uma busca do Sales Navigator exportada de uma vez alimenta uma campanha inteira sem nenhuma revelação manual.
Na prática, a operação cabe em dois campos: um nome para a extração e a URL da sua busca no Sales Navigator. A Emelia então traz a lista completa, mostra quantos perfis foram extraídos e dispara a busca de e-mails sobre todo o lote com um clique.
Os preços e o sistema de créditos da Emelia
A Emelia também cobra por usuário, com um sistema de créditos que cobre o enriquecimento e as funções de inteligência artificial. O detalhamento dos planos está logo abaixo.
Os créditos de busca de e-mails e de telefones podem ser recarregados de forma independente da assinatura, o que evita ter que subir um plano inteiro só para absorver um pico pontual de volume em um mês de campanha mais intensa.
Na prática, a linha se organiza em três níveis, de 37, 97 e $297 por mês, que se diferenciam pelo número de caixas de envio conectadas, pelo volume de créditos de enriquecimento e pelo acesso às funções de equipe. O envio de e-mails é ilimitado em toda a linha e o warmup funciona desde o nível de entrada, o que desloca claramente a comparação com uma base de dados isolada: onde a Lusha deixa você com um arquivo para exportar, o plano de entrada já cobre a cadeia completa até o envio.
Um ponto decisivo diante de uma base de dados: o scraper do LinkedIn Sales Navigator está incluso nos três planos, de forma ilimitada, e não consome nenhum crédito. É assim que um time monta suas listas sem comprar acesso a um estoque de fichas: você roda uma busca no Sales Navigator com os filtros dela e ela alimenta diretamente uma campanha. Os créditos servem apenas para o email finder, a busca de telefones, as ações de IA e a verificação de endereços.
Lusha ou Emelia: o comparativo com o escopo real
Uma observação de método antes de ler esta tabela: não se trata de opor dois produtos equivalentes, e sim de mostrar o que cada um cobre de fato. Uma comparação função a função não faria sentido, porque as duas ferramentas não ocupam o mesmo lugar na cadeia. O que se compara é o escopo coberto para um mesmo resultado.
Critério | Lusha | Emelia |
|---|---|---|
Natureza da ferramenta | Base de dados B2B | Plataforma completa de prospecção |
Montagem de listas | Revelação contato a contato pela extensão | Scraper de LinkedIn Sales Navigator, lista inteira em uma rodada |
Busca de e-mails | Incluída (créditos) | Incluída (créditos) e recarregável |
Números de telefone | 10 créditos por número | Créditos dedicados |
Envio de cold e-mail | Não, exige ferramenta externa | Incluído e ilimitado |
Automação de LinkedIn | Não, exige ferramenta externa | Incluída |
Aquecimento das caixas de envio | Não oferecido | Incluído em cada caixa |
Verificação de endereços | Não oferecida | Incluída |
Ganho de escala no crédito | Praticamente nulo | Recarga sob demanda |
Preço acima de 5 usuários | Sob consulta, não público | Tabela pública |
A conta a fazer é direta: some a sua assinatura da Lusha, a ferramenta de sequências, a de LinkedIn e o verificador de endereços, e compare esse total com o custo de uma plataforma única. Para um time de três a cinco vendedores, o arranjo com ferramentas separadas raramente sai ganhando, e a diferença tende a crescer conforme o time aumenta, porque cada nova pessoa multiplica quatro assinaturas em vez de uma.
Como escolher o seu plano da Lusha em 2026
Raciocine em três etapas em vez de comparar preços de vitrine. Primeiro, estime o seu volume mensal real em contatos completos, e não em créditos, porque é esse número que determina o plano adequado. Depois, multiplique a tarifa pela quantidade exata de usuários, já que a cobrança é individual e nenhum desconto por assento adicional aparece na estrutura publicada. Por fim, decida entre mensal e anual com base na taxa de consumo prevista, lembrando que os créditos anuais não usados somem de vez no encerramento do contrato.
Três pontos precisam estar por escrito antes da assinatura: quantos créditos custa um telefone na sua conta, quantos assentos o seu plano realmente inclui e se o acesso à API faz parte do pacote. São exatamente os três assuntos sobre os quais os materiais públicos da Lusha se contradizem hoje, e nenhum deles é aceitável descobrir depois que o contrato já está rodando.
Em 2026, a pergunta que importa não é mais quanto custa um usuário da Lusha, e sim quanto custa a cadeia inteira que vai do dado bruto até a reunião agendada. Depois de somar a base de dados, a ferramenta de envio, a automação de LinkedIn e a camada de verificação, o custo por reunião marcada se torna um indicador muito mais honesto do que o valor mensal impresso em uma página de preços. É esse número que o seu financeiro deveria acompanhar, e é ele que decide se a ferramenta escolhida está pagando o próprio custo.
Uma assinatura para toda a sua prospecção
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Perguntas frequentes sobre os preços da Lusha em 2026
A Lusha tem mesmo um plano gratuito?+
Tem, sem exigir cartão de crédito, com 40 créditos por mês em um único assento. Trate o Free como plano de avaliação para conferir a qualidade da base no seu mercado, e não como plano de produção, porque a cota acaba na primeira sessão séria de prospecção.
O preço da Lusha é por usuário ou por plano?+
Por plano. Cada nível inclui um número fixo de assentos, um no Free e no Starter, dois no Pro, cinco no Premium, e assentos adicionais são cobrados à parte. O valor depende sobretudo do volume de créditos escolhido no deslizante, não do número de vendedores.
O que acontece com os créditos não utilizados?+
Na cobrança mensal, eles acumulam até o limite de duas vezes a sua cota. Na cobrança anual, o saldo restante no encerramento do contrato é perdido, sem acúmulo, sem reembolso e sem crédito em nota para o ciclo seguinte.
Quanto custa o plano Scale da Lusha?+
Não é público. Os contratos observados se concentram em uma mediana anual em torno de US$ 15.000 a 16.000, dentro de uma faixa que vai de aproximadamente US$ 6.000 a quase US$ 69.000, conforme o volume contratado e o prazo de compromisso assumido.
É possível comprar créditos extras sem mudar de plano?+
Pro e Premium têm um deslizante que aumenta a alocação mensal, mas ele sobe o preço na mesma proporção: o custo unitário continua o mesmo. Não existe pacote de recarga realmente com desconto, e por isso quem consome muito acaba negociando um contrato Scale em vez de empilhar adicionais.
A Lusha cobra por um dado que se revela inválido?+
Sim. Os créditos são debitados no momento da revelação, e não conforme o email chegue ao destino ou o telefone atenda. Considere portanto uma margem de erro acima do custo unitário anunciado, e verifique os endereços antes de disparar em volume.
Vale a pena a cobrança anual?+
A Lusha oferece cobrança anual além da mensal. O valor exato depende do volume de créditos escolhido e não aparece na tabela mensal. Peça por escrito para o seu volume específico, lembrando que os créditos não consumidos de um contrato anual são perdidos no fim da vigência.
